O México alcançou um marco inédito na criação de empregos formais, totalizando 22,7 milhões de postos com carteira assinada.
Esse resultado representa um acréscimo de 422 mil novas vagas em comparação ao mesmo período do ano passado. Os dados foram apresentados por Zoé Robledo Aburto, diretor-geral do Instituto Mexicano do Seguro Social, durante uma coletiva matutina realizada no Palácio Nacional.
Robledo Aburto enfatizou que os registros administrativos demonstram uma geração contínua de empregos formais, ressaltando a distinção entre esses dados e as informações provenientes de pesquisas amostrais que, em algumas análises, suscitaram incertezas.
Nos três primeiros meses deste ano, foram gerados 207 mil novos postos de trabalho formal. O portal Contralínea trouxe detalhes sobre essas informações em sua cobertura.
O salário médio diário de contribuição subiu para 663,5 pesos, apresentando um crescimento anual de 7,1%. A taxa de pobreza laboral caiu para 32,3%, o nível mais baixo já registrado na história do país.
Marath Bolaños López, secretário do Trabalho e Previsão Social, anunciou que a força de trabalho ocupada ultrapassa 60,2 milhões de pessoas e atribuiu esse desempenho à expansão do mercado formal de emprego.
A taxa de desemprego foi reduzida para 2,4% em março, colocando o México em uma posição vantajosa entre os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Setores como serviços profissionais e restaurantes contribuíram com a criação de 240 mil novas vagas em um único mês.
Desde dezembro de 2018, o país já acumulou a impressionante marca de 6,9 milhões de empregos formais criados, consolidando assim uma trajetória positiva para o trabalho formal na economia mexicana.
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