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Jornalista da Al Jazeera é morto em ataque israelense em Gaza em 8 de abril
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Jornalista da Al Jazeera é morto em ataque israelense em Gaza em 8 de abril

No dia 8 de abril de 2026, um ataque aéreo realizado por drones israelenses resultou na morte do jornalista Mohammed Wishah, que atuava como correspondente da Al Jazeera Mubasher na Faixa de Gaza. O veículo em que ele se encontrava foi atingido por um projétil enquanto trafegava pela Al-Rashid Street, uma via costeira situada a oeste da Cidade de Gaza. O impacto do ataque provocou um incêndio no automóvel. A Al Jazeera confirmou a fatalidade de seu profissional e enfatizou a seriedade do incidente em meio à cobertura do conflito na região. Desde o início das hostilidades em outubro de 2023, as forças israelenses têm sido acusadas de atacar deliberadamente jornalistas em Gaza. De acordo com informações do Escritório de Mídia do Governo de Gaza, ao menos 262 jornalistas perderam a vida em ...
Contradições entre Trump e Irã evidenciam impasse e fragilidade na diplomacia dos EUA
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Contradições entre Trump e Irã evidenciam impasse e fragilidade na diplomacia dos EUA

  O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alegou que o Irã solicitou um cessar-fogo, embora Teerã tenha negado qualquer pedido e rejeitado negociações diretas, mostrando um impasse central no conflito. Trump fez a declaração em uma publicação oficial, afirmando que o pedido teria vindo de um suposto "novo regime" iraniano. No entanto, o Irã continua sob o comando do presidente Masoud Pezeshkian, sem nenhuma mudança em sua estrutura institucional. O governo iraniano reagiu diretamente, negando o suposto pedido de cessar-fogo e refutando qualquer negociação formal com os Estados Unidos. Não muito tempo atrás, o Irã já havia rejeitado uma proposta dos EUA e apresentado suas próprias condições, as quais ainda aguardam resposta do outro lado. Mesmo diante disso, Trump condicionou qu...
Estados Unidos reconhecem necessidade de retirada urgente do Irã e reconhecem desafios da batalha.
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Estados Unidos reconhecem necessidade de retirada urgente do Irã e reconhecem desafios da batalha.

Os Estados Unidos sinalizam retirada rápida da guerra contra o Irã. A fala expõe limites militares, econômicos e políticos da ofensiva. O presidente Donald Trump afirmou que o conflito pode acabar “em duas ou três semanas”. A declaração foi feita em meio a novos ataques e negociações indiretas. A Casa Branca também indicou que a saída pode ocorrer mesmo sem acordo formal com Teerã. Isso marca uma mudança de posição em relação ao início da guerra. O conflito começou no fim de fevereiro com ataques coordenados dos EUA e de Israel contra o território iraniano. A resposta incluiu mísseis, drones e fechamento parcial de rotas energéticas estratégicas. O Estreito de Ormuz se tornou um dos pontos centrais da crise. Cerca de 20% do petróleo mundial passa pela região, o que elevou os preços e press...
Irã assegura fornecimento de fertilizantes para o Brasil e garante sustentabilidade no setor agrícola.
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Irã assegura fornecimento de fertilizantes para o Brasil e garante sustentabilidade no setor agrícola.

O embaixador do Irã no Brasil garante que o embarque de fertilizantes para o mercado brasileiro segue intacto. A declaração oficial afasta temores estruturais de desabastecimento de ureia em meio às crescentes tensões geopolíticas no Oriente Médio. O fluxo de insumos vitais não sofrerá bloqueios. Nesta quarta-feira, 1 de abril de 2026, a confirmação diplomática tranquiliza o setor produtivo nacional. A informação foi detalhada inicialmente ao portal g1 e validada por despachos da Agência Internacional. O trânsito comercial marítimo entre os dois países permanece ativo e operante. Abdollah Nekounam, principal representante diplomático iraniano em Brasília, foi categórico ao detalhar o status da operação marítima. Ele assegurou que os produtos químicos adquiridos por empresas brasileiras est...
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Trump propõe acordo de cooperação com o Irã para o controle do Estreito de Ormuz

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a sinalizar uma mudança de postura no conflito com o Irã ao sugerir um possível controle conjunto do Estreito de Ormuz, uma das rotas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo. A declaração ocorre em meio a negociações diplomáticas e pressões internacionais por uma redução das tensões. A fala representa mais um recuo após semanas de ameaças e escalada militar na região do Golfo, indicando uma possível tentativa de saída negociada para o impasse. Proposta envolve gestão conjunta da principal rota do petróleo Durante declaração recente, Trump afirmou que o estreito poderá ser reaberto em breve, condicionando a medida ao avanço das negociações com o Irã. Segundo ele, “Isso será aberto muito em breve”, acresce...
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Diante da pressão e do isolamento, Trump recua e suspende ataques ao Irã durante crise crescente.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu suspender os ataques militares contra o Irã após enfrentar crescente pressão política interna e isolamento internacional. A medida marca uma mudança de postura no conflito, que vinha se intensificando desde o fim de fevereiro, com bombardeios coordenados entre EUA e Israel. A decisão ocorre em um momento de tensão elevada no Oriente Médio e sinaliza uma possível tentativa de conter a escalada militar, que já provocou impactos globais, especialmente nos mercados de energia. Pressão política e isolamento influenciaram decisão Nos bastidores de Washington, assessores e aliados passaram a alertar Trump sobre os riscos políticos e econômicos da guerra. A avaliação interna era de que o conflito poderia gerar desgaste junto à op...
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Donald Trump empurra os EUA para a pobreza, enquanto enriquece uma nação que não provocou o conflito.

A escalada militar liderada pelos Estados Unidos contra o Irã já produz efeitos claros — e previsíveis. Enquanto Washington amplia tensões no Oriente Médio, o mercado global reage com a disparada do petróleo. E quem lucra com isso não é quem iniciou o conflito, mas quem já ocupa posição estratégica na geopolítica da energia: a Rússia. Dados recentes mostram que Moscou arrecadou cerca de €7,7 bilhões em apenas duas semanas, com ganhos diários próximos de €372 milhões em exportações de petróleo. O motivo é direto: o barril ultrapassou os US$ 100 diante do risco de interrupção no Estreito de Ormuz, rota por onde passa uma fatia relevante do petróleo mundial. Crise criada pelos EUA gera lucro para quem não iniciou a guerra A lógica é simples. Ao tensionar uma das regiões mais sensívei...
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Israel ataca instalações de gás do Irã em mais um golpe à soberania do país.

O ataque de Israel a instalações de gás no Irã marca uma mudança clara de estratégia: sair do campo militar direto e atingir a base econômica do país. A ofensiva contra estruturas energéticas, como o complexo ligado ao maior campo de gás do mundo, não é um detalhe tático — é uma tentativa de enfraquecer financeiramente o Estado iraniano e ampliar a pressão interna. Essa escalada não ocorreu isoladamente. Ela faz parte de uma guerra iniciada com ataques coordenados entre Estados Unidos e Israel contra alvos estratégicos dentro do Irã, incluindo centros militares e autoridades do país. Diante disso, a resposta de Teerã não surpreende. O lançamento de mísseis contra Tel Aviv ocorre dentro de uma lógica direta de retaliação. O próprio cenário indica isso: após bombardeios em território...
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Descubra como a Rússia desafiou Musk em uma disputa pelo domínio da internet global

A Rússia fez um importante avanço no setor espacial ao colocar em órbita baixa 16 satélites de internet, com o objetivo de competir com a rede Starlink, da SpaceX, de Elon Musk. De acordo com informações da Reuters, este lançamento faz parte do projeto liderado pela empresa aeroespacial russa Bureau 1440, que busca estabelecer uma constelação de satélites capaz de fornecer internet de alta velocidade em grande escala. “A Rússia lançou 16 satélites de órbita baixa […] para criar um rival da Starlink”, relatou a Reuters. O projeto, chamado de Rassvet, faz parte de uma estratégia mais ampla para garantir a soberania tecnológica e diminuir a dependência de infraestruturas controladas por empresas do Ocidente. A ideia é expandir para centenas de satélites nos próximos anos, cobrindo ...
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Popularidade de Trump despenca após confronto com Irã evidenciando a queda de poder dos Estados Unidos

A tentativa do governo de Donald Trump de impor uma derrota militar ao Irã começa a produzir efeitos políticos claros dentro dos próprios Estados Unidos. Dados de pesquisas recentes, divulgados por veículos internacionais, mostram que a estratégia não apenas falhou em gerar consenso, como aprofundou o desgaste do presidente. Segundo levantamento, a aprovação de Trump caiu para 36%, o menor nível de seu atual mandato. O dado vem acompanhado de um indicador ainda mais significativo: a rejeição à guerra cresce de forma consistente entre os norte-americanos. A mesma pesquisa aponta que 61% dos entrevistados desaprovam os ataques contra o Irã, enquanto apenas uma parcela minoritária sustenta a ofensiva. Em outro recorte, apenas cerca de 27% apoiam diretamente os ataques, evidenciando o isolam...