Microrrobôs biohíbridos recuperam mobilidade em ratos e peixes com lesões na medula espinhal
Uma equipe de cientistas da ETH Zurich criou microrrobôs biohíbridos que têm a capacidade de regenerar a medula espinhal, utilizando uma combinação de células-tronco vivas e nanopartículas que respondem a campos magnéticos. Essa inovação dispensa o uso de eletrodos invasivos, trazendo novas possibilidades para o tratamento de lesões na medula. Os achados, publicados na revista Nature Materials, mostraram que peixes-zebra e camundongos com lesões severas conseguiram recuperar movimentos quase normais em poucos dias.
Os microrrobôs, conhecidos como NPCbots, são formados por células progenitoras neurais originadas de células-tronco pluripotentes induzidas, envoltas em nanopartículas em duas camadas. O núcleo das partículas é sensível a campos magnéticos, enquanto a camada externa converte es...




