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Ambulâncias movidas a eletricidade revolucionam o atendimento de emergência

A transição energética avança onde não há espaço para propaganda: no serviço que não pode falhar. A eletrificação do transporte acaba de alcançar um dos setores mais sensíveis da economia real: o atendimento de emergência. Segundo reportagem, a startup americana Harbinger fechou um acordo com a tradicional Frazer, empresa com 70 anos de atuação, para fornecer a base de uma nova geração de ambulâncias híbridas e veículos móveis de saúde. Não é apenas uma novidade de produto, mas um sinal de que a disputa industrial da transição energética está migrando para áreas em que desempenho, custo e confiabilidade valem mais do que marketing. O acordo chama atenção por dois motivos centrais. O primeiro é que ele mostra como a transição energética continua avançando mesmo em mercados pressionados por ...
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Inovação: Painéis solares ultrafinos podem revolucionar preços da exploração espacial

Uma startup aposta em painéis ultrafinos para atacar o gargalo mais estratégico da nova economia espacial. A nova corrida espacial acaba de expor um de seus gargalos mais decisivos: energia. Segundo relatos, a startup Arinna conseguiu um investimento de 4 milhões de dólares para desenvolver painéis solares ultrafinos destinados a satélites e espaçonaves. Se a tecnologia funcionar conforme o prometido, o setor poderá se beneficiar de uma tecnologia capaz de reduzir peso, aumentar eficiência e diminuir custos da infraestrutura orbital. A Arinna foi fundada por Koosha Nazif e Alex Shearer, dois pesquisadores com doutorado em Stanford. De acordo com a empresa, eles planejam testar seus primeiros produtos em órbita ainda neste ano. O objetivo é utilizar esse teste como um desafio para verificar...
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Objetivo da Meta é ajudar pequenos empresários com nova plataforma financeira

Zuckerberg vende facilidade com inteligência artificial, mas amplia o controle sobre dados, anúncios e rotina dos pequenos negócios. Mark Zuckerberg anunciou uma reestruturação interna para transformar a Meta em peça ainda mais central na rotina de milhões de pequenos e médios empreendedores. A nova frente, batizada de Meta Small Business, pretende integrar ferramentas de inteligência artificial diretamente às operações dessas empresas. Por trás da promessa de facilitar a vida de quem empreende, a Meta busca consolidar seu papel como infraestrutura privada do comércio digital. Segundo informações publicadas pelo Axios e repercutidas pelo TechCrunch, a iniciativa faz parte de uma estratégia agressiva para manter a empresa no centro das transações, da publicidade e da relação entre negócios ...
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A transformação da fábrica americana em algoritmo

A guinada da SES AI expõe o recuo industrial dos Estados Unidos no setor mais estratégico da transição energética. A decisão da SES AI de abandonar a fabricação em massa de baterias e migrar para software e inteligência artificial resume uma mudança mais profunda na economia dos Estados Unidos. Nascida no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, a empresa trocou a promessa de produzir células avançadas pela tentativa de licenciar descobertas químicas a quem ainda mantém capacidade industrial. O movimento, revelado em declarações de seu diretor executivo, Qichao Hu, à revista MIT Technology Review, foi tratado pelo próprio setor como sinal de uma crise mais ampla entre fabricantes ocidentais de baterias. Hu afirmou que quase todas as empresas de baterias do Ocidente já morreram ou estão pr...
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Foguetes retornam à Terra impulsionados por energia.

A explosão da demanda elétrica dos centros de dados está impulsionando a indústria em direção a soluções modulares que podem transformar a soberania energética. A competição global por energia tem um novo jogador: turbinas baseadas na tecnologia de foguetes. Uma startup chamada Arbor Energy fechou um contrato bilionário para fornecer até 5 gigawatts de potência com turbinas modulares. Esse movimento destaca a crescente pressão que a digitalização da economia, especialmente a expansão da inteligência artificial, está exercendo sobre as redes elétricas. O contrato foi assinado com a GridMarket, uma plataforma que coordena projetos de infraestrutura para data centers e grandes consumidores industriais. De acordo com informações do TechCrunch, o acordo envolve o fornecimento de até 200 unidade...
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China revoluciona o cenário espacial

O espaço deixou de ser vitrine e virou infraestrutura de poder, ciência e soberania. A nova corrida espacial já não é teatro de prestígio: ela passou a organizar poder, tecnologia e soberania no século 21. Essa é a conclusão central de uma mesa-redonda promovida pela MIT Technology Review e gravada em 25 de março de 2026. No centro da discussão estão três frentes que redefinem a disputa: a busca por vida em Marte, a defesa planetária contra asteroides e o plano de transformar a Lua em base permanente de atividade humana. O debate reuniu a editora Amanda Silverman e o jornalista científico Robin George Andrews para discutir os avanços mais recentes da exploração espacial. A conversa mostra que o setor entrou numa fase mais concreta, mais disputada e muito mais estratégica. O ponto decisivo ...
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Google se consolida como líder da indústria musical com inteligência artificial capaz de gerar músicas de três minutos

Com faixas mais longas e integração empresarial, o Google empurra a inteligência artificial para o centro da indústria musical. O Google decidiu avançar de vez sobre a criação musical com inteligência artificial. A empresa lançou o Lyria 3 Pro, nova versão de seu modelo de geração de música. O salto mais visível é direto e estratégico: as faixas agora podem chegar a três minutos, muito acima dos 30 segundos da versão anterior. A novidade foi revelada nesta semana e amplia o alcance comercial da ferramenta em várias frentes. Segundo informações publicadas pelo TechCrunch, o modelo começa a ser distribuído no aplicativo Gemini, em ferramentas corporativas do Google e também em produtos voltados à produção audiovisual. Parece uma mudança técnica, mas o efeito é bem maior. Ao sair de clipes cu...
Empresas do Vale do Silício firmam parcerias estratégicas com o Pentágono, abrindo mão da neutralidade.
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Empresas do Vale do Silício firmam parcerias estratégicas com o Pentágono, abrindo mão da neutralidade.

A corrida da inteligência artificial para a guerra expõe o colapso do discurso ético das gigantes de tecnologia. A neutralidade vendida pelas gigantes de tecnologia dos Estados Unidos desmorona quando seus algoritmos passam a servir diretamente à máquina de guerra. Reportagem da MIT Technology Review mostra que o setor de inteligência artificial avançou com força sobre contratos militares com o Pentágono. O que era apresentado como inovação para produtividade e criatividade agora aparece, sem disfarce, como ferramenta de vigilância, ataque e poder geopolítico. O caso da Anthropic resume essa virada com clareza. Fundada por ex-funcionários da OpenAI sob a promessa de construir uma empresa ética, ela agora vê sua tecnologia ser usada para ampliar a capacidade operacional dos Estados Unidos. ...
A necessidade de desacelerar a automatização
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A necessidade de desacelerar a automatização

Anthropic admite o óbvio: dar poder real à inteligência artificial sem contenção é abrir a porta para erro, vazamento e dano operacional. A Anthropic lançou um novo modo automático para o Claude Code tentando conter um problema que já inquieta desenvolvedores, empresas e reguladores. Quanto mais autonomia se entrega à inteligência artificial, maior pode ser o ganho de produtividade, mas também cresce o risco de erro grave, vazamento de dados e execução de comandos indesejados. Segundo o The Verge, a novidade foi apresentada como um meio-termo entre supervisão excessiva e autonomia ampla demais em ambientes sensíveis. Na prática, o Claude Code já era capaz de executar tarefas em nome do usuário. Isso ajuda a acelerar rotinas de programação, modificar arquivos, organizar projetos e automatiz...
A Inteligência Artificial não vai substituir você — mas já está mudando quem você pode se tornar
IA, Inteligência Artificial, Tecnologia

A Inteligência Artificial não vai substituir você — mas já está mudando quem você pode se tornar

A Inteligência Artificial já não é mais futuro — é presente. Para Paulo Victor Jabour Tannuri Valverde de Morais, diretor de Novos Negócios e Marketing da Digitais BR, essa revolução não vai substituir os Criadores de Conteúdo e Influencers Digitais, mas transformar profundamente a forma como eles trabalham e se relacionam com empresas e pessoas.Imagine um jovem de 18 anos, cheio de ideias, mas sem recursos. No passado, ele precisaria de anos para conquistar espaço, publicar um livro ou lançar um negócio. Hoje, com a ajuda da Inteligência Artificial (IA), pode escrever, programar, criar imagens, editar vídeos e até lançar um produto em poucos dias. Não é exagero: uma pesquisa da McKinsey mostrou que, só em 2023, mais de 50% das empresas globais já adotaram IA em suas operações.A IA não é u...