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Empresa Rebellions, da Coreia do Sul, conquista investimento de US$400 milhões para competir com Nvidia na área de chips de inteligência artificial
Tecnologia

Empresa Rebellions, da Coreia do Sul, conquista investimento de US$400 milhões para competir com Nvidia na área de chips de inteligência artificial

A startup sul-coreana Rebellions, especializada em chips de inteligência artificial, captou US$ 400 milhões em uma rodada de financiamento pré-IPO. Liderado pelo Mirae Asset Financial Group e o Korea National Growth Fund, o investimento reflete a confiança no potencial da Rebellions para desafiar o domínio da Nvidia no setor de chips. Fundada em 2020, a Rebellions se destaca por desenvolver chips para inferência, essenciais para modelos de inteligência artificial em larga escala. Com o aumento da demanda por soluções eficientes, a empresa está bem posicionada para atender a essa necessidade crescente. O novo investimento eleva o total captado pela Rebellions para US$ 850 milhões, com US$ 650 milhões arrecadados nos últimos seis meses. Essa injeção de capital coincide com a expansão agressi...
Brzezinski acerta em cheio ao prever impacto do Irã na economia global
Economia

Brzezinski acerta em cheio ao prever impacto do Irã na economia global

Em um vídeo de 2012, Zbigniew Brzezinski, ex-conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, alertou sobre as potenciais consequências econômicas de um conflito envolvendo o Irã. Na época, Brzezinski destacou como o Irã, com seus recursos estratégicos e posição geográfica, poderia impactar severamente a economia global. Suas palavras, agora vistas como proféticas, refletem a realidade atual, onde tensões no Oriente Médio têm gerado preocupações significativas para o mercado internacional. A previsão de Brzezinski foi clara: o Irã tinha a capacidade de "nos machucar muito". Esta declaração, feita há mais de uma década, ressaltava o poder do Irã de influenciar o mercado global de energia, dada sua posição no Golfo Pérsico, uma rota vital para o transporte de petróleo. Com as recentes t...
Tecnologia

Algoritmos tomam as rédeas das decisões financeiras

A nova corrida tecnológica já não é por conversa com máquinas, mas pelo poder de deixá-las comprar, contratar e decidir. A inteligência artificial acaba de cruzar uma fronteira decisiva: saiu do balcão de atendimento e entrou no caixa. O centro da disputa agora é o comércio agêntico, no qual sistemas automatizados deixam de apenas sugerir caminhos e passam a executar decisões financeiras. Segundo levantamento recente, algoritmos já avançam para um estágio em que compram, contratam e pagam de forma autônoma. Até pouco tempo, o consumidor usava a máquina para buscar informação, comparar opções ou receber listas de links. Agora, a lógica muda: o usuário dá uma ordem ampla, e o agente organiza o percurso, escolhe o fornecedor e conclui a transação sem supervisão humana direta. Essa mudança ace...
Tecnologia

A queda do império digital: a era da crise online

Entre o recuo das gigantes americanas e a reação soberana do Sul Global, a tecnologia volta a ser disputa de poder. O cenário tecnológico global entrou numa fase de correção brusca, com promessas bilionárias desmoronando ao mesmo tempo em que projetos de soberania ganham força. O recuo da OpenAI e a reação de países como Irã e China mostram que a disputa tecnológica deixou de ser vitrine de mercado e voltou a ser questão de poder. No centro dessa virada está uma pergunta incômoda para o Vale do Silício: quem controla a tecnologia quando o lucro imediato já não sustenta a fantasia? A OpenAI, empresa transformada em símbolo da corrida contemporânea da inteligência artificial, decidiu encerrar abruptamente o desenvolvimento do Sora. O gerador de vídeos por inteligência artificial havia sido a...
Tecnologia

Ambulâncias movidas a eletricidade revolucionam o atendimento de emergência

A transição energética avança onde não há espaço para propaganda: no serviço que não pode falhar. A eletrificação do transporte acaba de alcançar um dos setores mais sensíveis da economia real: o atendimento de emergência. Segundo reportagem, a startup americana Harbinger fechou um acordo com a tradicional Frazer, empresa com 70 anos de atuação, para fornecer a base de uma nova geração de ambulâncias híbridas e veículos móveis de saúde. Não é apenas uma novidade de produto, mas um sinal de que a disputa industrial da transição energética está migrando para áreas em que desempenho, custo e confiabilidade valem mais do que marketing. O acordo chama atenção por dois motivos centrais. O primeiro é que ele mostra como a transição energética continua avançando mesmo em mercados pressionados por ...
Tecnologia

Objetivo da Meta é ajudar pequenos empresários com nova plataforma financeira

Zuckerberg vende facilidade com inteligência artificial, mas amplia o controle sobre dados, anúncios e rotina dos pequenos negócios. Mark Zuckerberg anunciou uma reestruturação interna para transformar a Meta em peça ainda mais central na rotina de milhões de pequenos e médios empreendedores. A nova frente, batizada de Meta Small Business, pretende integrar ferramentas de inteligência artificial diretamente às operações dessas empresas. Por trás da promessa de facilitar a vida de quem empreende, a Meta busca consolidar seu papel como infraestrutura privada do comércio digital. Segundo informações publicadas pelo Axios e repercutidas pelo TechCrunch, a iniciativa faz parte de uma estratégia agressiva para manter a empresa no centro das transações, da publicidade e da relação entre negócios ...
Tecnologia

A transformação da fábrica americana em algoritmo

A guinada da SES AI expõe o recuo industrial dos Estados Unidos no setor mais estratégico da transição energética. A decisão da SES AI de abandonar a fabricação em massa de baterias e migrar para software e inteligência artificial resume uma mudança mais profunda na economia dos Estados Unidos. Nascida no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, a empresa trocou a promessa de produzir células avançadas pela tentativa de licenciar descobertas químicas a quem ainda mantém capacidade industrial. O movimento, revelado em declarações de seu diretor executivo, Qichao Hu, à revista MIT Technology Review, foi tratado pelo próprio setor como sinal de uma crise mais ampla entre fabricantes ocidentais de baterias. Hu afirmou que quase todas as empresas de baterias do Ocidente já morreram ou estão pr...
Tecnologia

China revoluciona o cenário espacial

O espaço deixou de ser vitrine e virou infraestrutura de poder, ciência e soberania. A nova corrida espacial já não é teatro de prestígio: ela passou a organizar poder, tecnologia e soberania no século 21. Essa é a conclusão central de uma mesa-redonda promovida pela MIT Technology Review e gravada em 25 de março de 2026. No centro da discussão estão três frentes que redefinem a disputa: a busca por vida em Marte, a defesa planetária contra asteroides e o plano de transformar a Lua em base permanente de atividade humana. O debate reuniu a editora Amanda Silverman e o jornalista científico Robin George Andrews para discutir os avanços mais recentes da exploração espacial. A conversa mostra que o setor entrou numa fase mais concreta, mais disputada e muito mais estratégica. O ponto decisivo ...
Empresas do Vale do Silício firmam parcerias estratégicas com o Pentágono, abrindo mão da neutralidade.
Tecnologia

Empresas do Vale do Silício firmam parcerias estratégicas com o Pentágono, abrindo mão da neutralidade.

A corrida da inteligência artificial para a guerra expõe o colapso do discurso ético das gigantes de tecnologia. A neutralidade vendida pelas gigantes de tecnologia dos Estados Unidos desmorona quando seus algoritmos passam a servir diretamente à máquina de guerra. Reportagem da MIT Technology Review mostra que o setor de inteligência artificial avançou com força sobre contratos militares com o Pentágono. O que era apresentado como inovação para produtividade e criatividade agora aparece, sem disfarce, como ferramenta de vigilância, ataque e poder geopolítico. O caso da Anthropic resume essa virada com clareza. Fundada por ex-funcionários da OpenAI sob a promessa de construir uma empresa ética, ela agora vê sua tecnologia ser usada para ampliar a capacidade operacional dos Estados Unidos. ...
A necessidade de desacelerar a automatização
Tecnologia

A necessidade de desacelerar a automatização

Anthropic admite o óbvio: dar poder real à inteligência artificial sem contenção é abrir a porta para erro, vazamento e dano operacional. A Anthropic lançou um novo modo automático para o Claude Code tentando conter um problema que já inquieta desenvolvedores, empresas e reguladores. Quanto mais autonomia se entrega à inteligência artificial, maior pode ser o ganho de produtividade, mas também cresce o risco de erro grave, vazamento de dados e execução de comandos indesejados. Segundo o The Verge, a novidade foi apresentada como um meio-termo entre supervisão excessiva e autonomia ampla demais em ambientes sensíveis. Na prática, o Claude Code já era capaz de executar tarefas em nome do usuário. Isso ajuda a acelerar rotinas de programação, modificar arquivos, organizar projetos e automatiz...